Reunião técnica com biólogos investigadores do Paul das Caniceiras

A ADAL participou numa reunião técnica de acompanhamento das questões do Paul das Caniceiras, ecossistema de zona húmida localizado em Santo Antão do Tojal.

Com a presença dos biólogos investigadores deste Paul, onde ainda residem espécies raras de peixes – como a ‘Boga de Lisboa’ – para além de reafirmar-se a importância da sua preservação, foi avaliada conjuntamente a proposta de classificação de Área Protegida de Âmbito Local, anotadas outras pistas de trabalho e o envolvimento de outros actores, para além de sugestões para um espaço que se pretende de fruição pública.

Sendo este um processo que está numa fase embrionária, foi manifestada ainda a disponibilidade para continuarem a acompanhar e apoiar no âmbito da componente científica.

 

Classificação do Paul das Caniceiras

Nos últimos meses, a ADAL tem diligenciado encontros com as forças políticas com assento na Câmara Municipal e​ na Assembleia Municipal de Loures, os quais visam a futura classificação do Paul das Caniceiras, enquanto Área Protegida de Âmbito Regional/Local.

Estes encontros têm o intuito de proporcionar, a todos os decisores, um conjunto de informação que permita uma sensibilização e um conhecimento prévio do assunto, para a posterior análise da proposta,  a deliberar pela Câmara Municipal ​e cuja decisão final será tomada pela Assembleia Municipal.
Brevemente a ADAL apresentará ao Presidente da Câmara Municipal de Loures as conclusões destas reuniões.

Reuniões com as forças políticas com assento na Câmara Municipal e​ Assembleia Municipal de Loures ​

Uma das causas da ADAL no presente ano, o Paul das Caniceiras continua a estar na ordem do dia do nosso trabalho.

Relembramos que, com o objectivo da classificação do Paul das Caniceiras como Área Protegida de Âmbito Regional/Local, a ADAL solicitou uma reunião às forças políticas com assento na Câmara Municipal e​ Assembleia Municipal de Loures, para uma discussão alargada visando uma futura solução concertada e consensual para esta importante Zona Húmida do Concelho de Loures.

À data já realizámos as seguintes reuniões:

– Câmara Municipal de Loures: CDU e PS;

–  Assembleia Municipal de Loures: BE, CDU, PPM e PAN.

Aguardamos que as restantes forças políticas, em ambos Órgãos, agendem as reuniões solicitadas.

Relembramos que além da classificação do Paul das Caniceiras o intuito é dotar o espaço de condições para ser usufruído na sua plenitude: fins lúdicos ou científicos, visitas autónomas ou turísticas, ações educativas ou de recreio/entretenimento, assente num modelo de gestão auto-sustentado de valorização e conservação da Natureza.

No final deste périplo, pretende-se ​que, quer a Câmara, quer a Assembleia Municipal, ​deliberem sobre o assunto, nos termos da lei.

Objectivo ADAL: Classificação do Paul das Caniceiras

A ADAL iniciou um périplo de reuniões com as forças políticas com assento na Câmara Municipal e​ Assembleia Municipal de Loures ​com o objectivo da classificação do Paul das Caniceiras pretendendo sensibilizar e envolver todos na discussão e solução futura.

A ADAL defende :

  1. Aprovar a classificação do Paul das Caniceiras como Área Protegida de Âmbito Regional/Local;
  2. Executar uma cuidada intervenção na área do Paul, apoiada tecnicamente, de modo a permitir visitas e observação das espécies;
  3. Constituir um Centro de Interpretação da Avifauna

​ ​com objectivos pedagógicos, científicos e turísticos.​

​Os encontros já realizados apontam para que este assunto seja capaz de reunir consensos, o que certamente nos conduzirá, colectivamente, para a valorização e defesa de um património natural que não tem merecido a devida atenção quer por parte das entidades competentes, quer por parte de quem utiliza desregradamente os recursos ali existentes.

​Com a disponibilidade e vontade das forças políticas municipais, será diligenciado ​para ​que a Câmara Municipal ​delibere sobre a proposta e que a Assembleia Municipal ​tome a decisão final, já que “a classificação é feita por ato do órgão deliberativo do Município, sob proposta dos respectivos órgãos executivos; o ato em causa define a tipologia, delimitação geográfica da área e seus objectivos específicos, bem como os recursos financeiros, materiais e humanos mínimos para a gestão da Área Protegida.