O Palácio de Valflores não pode cair

ADAL oferece porquinho-mealheiro a decisores políticos

A ADAL assinala o  dia 18 de Abril – proclamado pela UNESCO Dia Internacional dos Monumentos e Sítios – com a oferta de um porquinho-mealheiro para alerta e sensibilização das instituições com responsabilidades na salvaguarda do Palácio de Valflores em Santa Iria de Azóia, Loures.

O porquinho-mealheiro é a resposta da ADAL – acessível e útil – aqueles que argumentam com a falta de dinheiro – que há tanto para tantas outras coisas de duvidoso interesse público – para não preservarem o património cultural: permite-lhes à boa maneira caritativa, “recolher contributos” para fazerem face às insuficiências que mostram enquanto gestores da coisa pública e dos interesses do país.

O que se simboliza é que se nada mais fazem, pelo menos, se empenhem numa simpática “recolha de fundos” que a ADAL terá todo o gosto em patrocinar e apoiar.

Serão agraciados com a oferta do simpático mealheiro:

  • O Senhor Presidente da Câmara Municipal de Loures;
  • O Senhor Vereador da Cultura;
  • O Senhor Presidente da Assembleia Municipal;
  • Os Gabinetes dos Senhores Vereadores do PS, CDU e PSD na Câmara de Loures;
  • O Senhor Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional;
  • O Senhor Ministro da Cultura;
  • O Senhor Presidente do IGESPAR;
  • À Comissão de Ética, Sociedade e Cultura da Assembleia da República.

Recorda-se que o Palácio está em risco de derrocada e a cada ano que passa se torna mais e mais premente fazer uma intervenção regeneradora, o que a Valorsul esteve disponível para fazer mas foi impedida pelo Ministro do Ambiente, perante o silêncio, inacção e laxismo dos responsáveis da cultura e da Câmara de Loures.

A ADAL defende a instalação naquele espaço de um pólo de investigação e centro de documentação para a sustentabilidade ambiental.

UM FAX POR DIA para Salvar o Palácio de Valflores

A ADAL irá assinalar o próximo dia 18 de Abril – proclamado pela UNESCO Dia Internacional dos Monumentos e Sítios – com uma iniciativa de alerta e sensibilização das instituições com responsabilidades na salvaguarda do Palácio de Valflores em Santa Iria de Azóia, Loures.

A jornada consiste na remessa diária de um fax, durante a semana de 14 a 20 de Abril para os seguintes destinatários:

  • Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional:
  • Ministro da Cultura
  • IPPAR
  • Presidente da Câmara Municipal de Loures
  • Gabinete dos Vereadores do PS na Câmara Municipal de Loures
  • Gabinete dos Vereadores da CDU na Câmara Municipal de Loures
  • Gabinete dos Vereadores do PSD na Câmara Municipal de Loures

Espera-se recordar que o Palácio está em risco de derrocada e a cada ano que passa se torna mais e mais imperioso fazer uma intervenção regeneradora, o que a Valorsul esteve disponível para fazer mas foi impedida pelo Ministro do Ambiente, perante o silêncio, inacção e laxismo dos responsáveis da cultura e da Câmara de Loures.

A ADAL defende a instalação naquele espaço de um pólo de investigação e centro de documentação para a área da sustentabilidade ambiental.

ADAL apela ao Presidente da Câmara e Grupos Políticos para SALVAR o Palácio de Valflores

A ADAL, preocupada com a sustentação física do Palácio de Valflores, dirigiu-se por carta ao Presidente da Câmara Municipal de Loures e aos Grupos Políticos representados na Assembleia Municipal no sentido de que sejam tomadas medidas técnicas objectivas e urgentes para salvaguarda do edifício.

Segue-se o conteúdo do APELO ao Sr. Presidente da Câmara, em tudo semelhante ao dirigido aos Srs. Deputados Municipais:

É do conhecimento geral o estado de derrocada em que se encontra o Palácio de Valflores.

Lamentavelmente, o actual Ministro do Ambiente não tem permitido aquela que era a melhor, mais rápida e mais económica solução para a recuperação e utilização futura daquele Palácio, mas estamos convictos que um dia os responsáveis políticos terão a coragem que se lhes exige, para ultrapassar obstáculos ridículos que se opõem ao desenvolvimento.

Assim, importa antes de mais salvaguardar o que pode ainda ser salvo. Sujeito, como tem estado à intempérie, nenhum edifício naquelas condições pode resistir por muito mais tempo.

Razão pela qual fazemos um forte APELO a V.Exa., no sentido de com urgência serem tomadas medidas técnicas para a sustentação, escoramento e cobertura do Palácio de Valflores. Pela nossa parte, ficamos disponíveis para colaborar activamente com a Câmara Municipal de Loures na concretização dessa iniciativa.”

Espera-se pois, sensibilizar os autarcas do Concelho de Loures, para que também eles possam agir em defesa de um património único.

Recorde-se que a ADAL, defende a instalação no Palácio de Valflores de um Centro de I&D na área do ambiente e que o Palácio de Valflores está em ruína apenas por falta de visão política e ambiental do Sr. Ministro Nunes Correia, que se deixa subjugar pelas opiniões despropositadas de um Instituto Público que devia seguir as orientações do Ministro e não dar orientações ao Ministro.

Dia Internacional das Zonas Húmidas | ADAL quer proactividade da Câmara de Loures e respeito pelas zonas mais sensíveis

No passado dia 2 de Fevereiro, assinalou-se o Dia Internacional das Zonas Húmidas.

A Câmara Municipal de Loures, não só não fez qualquer referência ao assunto como – e o que é pior – parece partilhar os propósitos daqueles que pretendem ver urbanizado cada palmo de terra, seja qual for o seu interesse e relevância para a defesa da biodiversidade e, ao fim e ao cabo, da vida.

Recordamos que a Câmara e Assembleia Municipal de Loures aprovaram resoluções, já em 2002, no sentido de integrar o Paul das Caniceiras – área do maior interesse ecológico na área metropolitana de Lisboa – na Reserva Ecológica Nacional. Até à data, nem um único passo foi dado no sentido de concretizar as deliberações municipais.

São motivo de grande preocupação as zonas do Parque das Nações em Sacavém, onde o previsto Parque Tejo/Trancão não se concretiza, enquanto “floresce” um substancial nível de construção e a zona dos Salgados em Santa Iria de Azóia, para onde está já aprovada uma enorme urbanização que trará pressões acrescidas sobre a plataforma ribeirinha do Tejo, designadamente na área de sapal, cuja defesa foi adoptada aquando da construção à Variante da Estrada Nacional 10 e da Incineradora da Valorsul.

É preciso mudar de atitude, na Câmara Municipal de Loures, na CCDR-LVT e no Ministério do Ambiente. Loures não pode voltar a ser a porta de trás da Capital.