Exposição de bolso “Santa Iria de Azóia, de Aterro a Parque Urbano – Narrativa ilustrada de um (Re)Nascimento”

A ADAL não podia deixar de se associar ao esforço que a ADPAC vem desenvolvendo com vista ao conhecimento, valorização e salvaguarda de Vale de Flores.

Foi por isso que se associou à iniciativa Dias de Renascimento que ocorreu durante todo o mês de Outubro, celebrando diversas efemérides que ocorrem neste mês, tendo especial significado em Santa Iria de Azóia.

Uma dessas efemérides é o aniversário do Parque Urbano de Santa Iria de Azóia, no dia 21, facto que levou a ADAL a optar por desenvolver o seu contributo em torno da história deste Parque: a exposição de bolso Santa Iria de Azóia, de Aterro a Parque Urbano – Narrativa ilustrada de um (Re)Nascimento.

Assinalamos como muito positiva a iniciativa da ADPAC, pelo que proporcionou quer na valorização do património local, quer nas dinâmicas de cooperação interassociativa.

ZONA ESPECIAL DE PROTECÇÃO DA QUINTA DE VALFLORES | Parecer da ADAL

Na sequência do Anúncio nº 189/2017, A ADAL emitiu parecer no âmbito da Consulta Pública relativo à revisão da Zona Especial de Proteção da Quinta de Valflores, em Santa Iria de Azoia.

No sentido de assegurar a salvaguarda e valorização da Quinta de Valflores, e na perspetiva da sua reclassificação como Monumento Nacional, a ADAL considera que será de maior interesse o desenvolvimento de um Plano de Pormenor de Salvaguarda para o local.

PARECER:

Proposta de revisão, de acordo com o nº2 do artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, da zona especial de proteção (ZEP) da Quinta de Valflores, em Santa Iria de Azoia, União das Freguesias de Santa Iria de Azoia, São João da Talha e Bobadela, concelho de Loures, distrito de Lisboa, fixada pela Portaria n.º 129/99, publicada no DR, II Série, n.º 35, de 11 de fevereiro

Novembro de 2017

Parecer da ADAL – Associação de Defesa do Ambiente de Loures

Relativamente à redefinição de uma zona de proteção para a Quinta de Valflores, com a designação de dois zonamentos (zona 1 e 2), a ADAL manifesta concordância genérica com a proposta apresentada.

Consideramos que as medidas expostas no documento, nomeadamente com a inclusão de uma zona de sensibilidade arqueológica, favorecem um conjunto de ações de salvaguarda e valorização do bem classificado em análise e sua envolvente.

Não obstante a concordância geral, consideramos que a fundamentação para a obliteração da “área non aedificandi” exposta no ponto 7.5.1 a) carece de fundamentação e mesmo de pertinência, designadamente focando os instrumentos de gestão territorial e de defesa do património que constituem as alternativas à salvaguarda que o documento legal visa assegurar. Somos portanto de parecer que deve ser mantida a “área non aedificandi” adequada.

Assinalamos a importância da inclusão da ideia de desenvolvimento do processo de salvaguarda e valorização da Quinta de Valflores, nomeadamente com a alteração da classificação de Imóvel de Interesse Público para Monumento Nacional. A ADAL propõe que na fase de reclassificação deste bem patrimonial se alarguem os limites da zona classificada, de modo a incorporar as estruturas hidráulicas preexistentes, já inventariadas e localizadas junto ao curso de água.

 

ZONA ESPECIAL DE PROTECÇÃO DA QUINTA DE VALFLORES

Na sequência do Anúncio nº 189/2017, A ADAL emitiu parecer no âmbito da Consulta Pública relativo à revisão da Zona Especial de Proteção da Quinta de Valflores, em Santa Iria de Azoia.

No sentido de assegurar a salvaguarda e valorização da Quinta de Valflores, e na perspetiva da sua reclassificação como Monumento Nacional, a ADAL considera que será de maior interesse o desenvolvimento de um Plano de Pormenor de Salvaguarda para o local.

PARECER:

Proposta de revisão, de acordo com o nº2 do artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, da zona especial de proteção (ZEP) da Quinta de Valflores, em Santa Iria de Azoia, União das Freguesias de Santa Iria de Azoia, São João da Talha e Bobadela, concelho de Loures, distrito de Lisboa, fixada pela Portaria n.º 129/99, publicada no DR, II Série, n.º 35, de 11 de fevereiro

Novembro de 2017

Parecer da ADAL – Associação de Defesa do Ambiente de Loures

Relativamente à redefinição de uma zona de proteção para a Quinta de Valflores, com a designação de dois zonamentos (zona 1 e 2), a ADAL manifesta concordância genérica com a proposta apresentada.

Consideramos que as medidas expostas no documento, nomeadamente com a inclusão de uma zona de sensibilidade arqueológica, favorecem um conjunto de ações de salvaguarda e valorização do bem classificado em análise e sua envolvente.

Não obstante a concordância geral, consideramos que a fundamentação para a obliteração da “área non aedificandi” exposta no ponto 7.5.1 a) carece de fundamentação e mesmo de pertinência, designadamente focando os instrumentos de gestão territorial e de defesa do património que constituem as alternativas à salvaguarda que o documento legal visa assegurar. Somos portanto de parecer que deve ser mantida a “área non aedificandi” adequada.

Assinalamos a importância da inclusão da ideia de desenvolvimento do processo de salvaguarda e valorização da Quinta de Valflores, nomeadamente com a alteração da classificação de Imóvel de Interesse Público para Monumento Nacional. A ADAL propõe que na fase de reclassificação deste bem patrimonial se alarguem os limites da zona classificada, de modo a incorporar as estruturas hidráulicas preexistentes, já inventariadas e localizadas junto ao curso de água.

 

 

Do Palácio ao Castelo

No âmbito do programa Pelos Trilhos do Património e da Natureza, a ADAL realizou, no dia 4 de Junho de 2017, o percurso Do Palácio ao Castelo.

Esta actividade contou com o apoio da CM Loures, que garantiu a visita guiada ao Palácio de Valflores, primeiro ponto do percurso e o que mais interesse suscitou no grupo de participantes que acompanhou atentamente os esclarecimentos e as explicações dadas pela técnica Ana Raquel Silva. Foi possível conhecer com detalhe o que se prevê concretizar na primeira fase do projecto de reabilitação e qualificação do palácio de Valflores, aprovado no pacto para o desenvolvimento e Coesão territorial da Área Metropolitana de Lisboa e enquadrado no POR Lisboa 2014/2020. Sendo a ADAL parceira da CM Loures neste processo, não podia deixar de inserir este exemplar da arquitectura civil do Sec. XVI, classificado como Imóvel de Interesse Público em 1982, mas que hoje se encontra em ruína.

O grupo foi depois visitar o Castelo de Pirexcoxe, típico paço senhorial que remonta ao Sec. XV, quando Nuno Vasques de Castelo Branco instituiu um morgadio no local.

Por último, foi altura de observar a oliveira bravia com mais de 2800 anos situada no Bairro da Covina, no que resta de um antigo olival próximo do castelo de Pirescoxe. A idade desta árvore foi determinada através de um método inovador de datação de árvores desenvolvido pela Universidade de Traz-os-Montes e Alto Douro. A Oliveira milenar do Bairro da Covina está integrada no grupo das Árvores monumentais de Portugal (ICNF). O seu perímetro mede, na base, 10,15 metros, a altura chega aos 4,40 metros e o diâmetro de copa tem 7,60 por 8,40 metros.

Vale mesmo a pena conhecê-la!

Registo fotográfico de alguns momentos: