PROTESTO PELA REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DA VALORSUL | 8 de Julho

A ADAL, nesta fase decisiva da luta contra a privatização da EGF/Valorsul, apela à convergência e união de esforços da população de Loures e de outros municípios, das associações suas congéneres, dos sindicatos, dos autarcas, do movimento associativo, das forças políticas que se opõem a esta privatização, para a constituição duma Plataforma Cívica que eleve, intensifique e diversifique acções contra este ataque aos direitos das populações e dos trabalhadores.

PARTICIPE na CONCENTRAÇÃO E PROTESTO pela reversão da privatização da Valorsul, a ter lugar no próximo dia 8 de Julho, pelas 18 horas, no Largo da Sociedade 1º de Agosto, em S. Iria de Azóia.

CONTAMOS COM TODOS OS QUE NÃO DESISTEM!

ADAL assinala Palácio de Valflores como ponto negativo do concelho

Fonte: Câmara Municipal de Loures | http://www.cm-loures.pt/Conteudo.aspx?DisplayId=1036

PATRIMÓNIO E AMBIENTE

Associação de Defesa do Ambiente de Loures assinala pontos positivos e negativos do concelho

Reabertura dos museus municipais de Loures ao domingo valorizada pela Associação de Defesa do Ambiente de Loures (ADAL), que entregou, no dia 5 de junho, na Câmara Municipal de Loures, os certificados relativos aos aspetos positivos e negativos nas áreas do Ambiente e do Património.

Os certificados, relativos ao ano de 2014, são emitidos pela ADAL como forma de assinalar o Dia Mundial do Ambiente, onde se destacam os factos mais relevantes e positivos, alertando para os que se apresentam em contradição com o bem-estar coletivo.

Como pontos positivos, a ADAL assinala a reabertura dos museus municipais de Loures aos domingos e ainda a discussão pública do PDM, aberta à participação de toda a população.

Já a privatização da Valorsul foi classificada de negativa, facto que a Câmara de Loures tem tentado contrariar através de múltiplas ações: providências cautelares, sessões públicas de esclarecimento, manifestações, concentrações, conferências de imprensa, entre muitas outras formas de luta.

Na área do Património, o Palácio de Valflores, em Santa Iria de Azóia, e o risco de destruição deste edifício histórico, tiveram uma classificação negativa por parte da ADAL. Também aqui a Autarquia tem dado passos importantes na sua preservação. Após a constituição de um grupo de trabalho interno, entre outubro de 2013 e novembro de 2014, foram desenvolvidas várias ações. Uma das primeiras decisões foi reunir com a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), onde se apresentou proposta e orçamento para consolidação do palácio e aqueduto e se procurou saber da disponibilidade deste organismo para apoiar a intervenção. A 1 de novembro de 2013, a Câmara de Loures apresentou uma candidatura ao Programa 7 Sítios Mais Ameaçados, da Europa Nostra, representada em Portugal pelo Centro Nacional de Cultura, mas sem resultados.

Já no início ano de 2014, a Quinta de Valflores recebeu uma visita técnica da DGPC para uma vistoria técnica do imóvel. Procedeu-se, então, à remoção de colunelo, capitel e base da loggiado palácio e posterior depósito no Museu Municipal de Loures, assim como à reposição da tela e chapas de cobertura danificadas na estrutura de proteção do palácio. Remetida foi também, pela Autarquia, uma proposta de caderno de encargos para intervenção de consolidação no imóvel e aqueduto à DGPC. A 26 de junho de 2014, Valflores recebe a visita do Secretário de Estado da Cultura, com o intuito de aprofundar parcerias para melhorar o apoio técnico e avaliar em conjunto formas e meios de valorização do património.

 

Em defesa da ÁGUA PÚBLICA

Na sequência da Posição Pública divulgada a propósito do Dia Mundial da Água, a ADAL pretende propor aos autarcas eleitos nos órgãos municipais a subscrição de um Pacto em Defesa da Água Pública, que constitua um guia para acção e gestão democraticamente controlada da água no Município.

A água é um recurso natural indispensável à vida, pelo que é obrigatório assegurar a defesa da água como recurso natural público e assegurar o controlo democrático da sua exploração, distribuição e preservação.

ADAL entregou certificados do Positivo e Negativo em 2013 nas áreas do Ambiente e Património

No Dia Mundial do Ambiente (5 de Junho), a ADAL foi recebida, ao fim da manhã, pelo Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr. Bernardino Soares e pelo Vereador do Ambiente do Município, Engº Tiago Matias, a quem procedeu à entrega, em mão, dos CERTIFICADOS POSITIVO e NEGATIVO 2013, que foram atribuídos, como se indica:

 

POSITIVO NEGATIVO
AMBIENTE
  • Intervenção regeneradora nas galerias ripícolas do Rio Trancão em Bucelas/S. Julião do Tojal;
  • Estado de degradação e desaproveitamento do Parque Urbano de Santa Iria de Azóia;
  • Situação do Parque Urbano de Montemor
PATRIMÓNIO
  • abertura do Museu do Vinho e da Vinha, em Bucelas
  • Decadência do Palácio de Valflores;
  • Estado do Edifício histórico 4 de Outubro – Loures;

Saliente-se que é a primeira vez que a administração municipal e, em particular o Presidente da Câmara Municipal de Loures, aceita receber os Certificados e proceder a uma apreciação sobre os temas sobre os quais incidiram as decisões dos associados da Associação de Defesa do Ambiente de Loures.

De facto, nunca o Presidente do anterior executivo municipal aceitou abordar, olhos nos olhos, os assuntos, em cada ano, destacados pela ADAL. Em regra, os Certificados que cabiam ao Município, eram deixados na recepção e desconhece-se se alguma vez algum responsável político para eles olhou.

Destacamos, pois, com satisfação, a nova atitude do novo Presidente que, num campo mais, rompe com as práticas anteriores, que deixaram à ADAL e ao ambiente e património do Concelho, muito poucas saudades.

O Presidente Bernardino Soares, fez questão de se deter e informar a ADAL, sobre cada um dos aspectos positivos e negativos referidos, que passou agora a conhecer as diligências municipais para incrementar os aspectos positivos, bem como, as acções que estão a ser levadas a cabo, para solucionar ou minimizar os aspectos negativos. Só o Parque Urbano de Montemor, sujeito a vandalização, não tem ainda perspectivas de recuperação, já que os materiais de construtivos ali instalados foram retirados ilegitimamente por Juntas de Freguesia e pelos próprios serviços municipais, o que obrigaria a uma reconstrução completa e para a qual o Município não dispõe agora de meios.

A ADAL disponibilizou-se – como sempre tem feito com todos os responsáveis políticos locais – para colaborar com as iniciativas municipais nos domínios do ambiente e património.